20 fevereiro 2008

O fim-de-semana passado foi...








... doce. A repetir :)

02 fevereiro 2008

Just because.


Azenhas do Mar

10 janeiro 2008

Sabiam que...

no dicionário de sinónimos, account é o mesmo que saco de pancada?

28 dezembro 2007

Banda Sonora para o novo ano

Donna Maria - Há Amores Assim



"Música Para Ser Humano" é o nome do segundo-novo disco dos Donna Maria, e é já uma aposta ganha no que toca a novos rumos para a música Portuguesa.

"de bem com a vida..."

Eu não diria melhor.

17 dezembro 2007

Aí vamos nós...

Pousada de Arraiolos

... para uma comemoração de Natal no mínimo... diferente. Com direito a convívio, descanço, copos, muitas gargalhadas e tudo (ou quase tudo) a que temos direito. Pelo meio ainda vamos ter tempo para fazer uma troca de prendas com o amigo secreto e dormir numa das mais bonitas pousadas do nosso Portugal. O regresso ao trabalho, esse, fica para o dia seguinte. :)
Será que consigo convencer as meninas a darmos uma escapadela ao kartódromo de Évora? Isto Promete.

21 novembro 2007

O amor é verde, veio uma vaca e comeu-o.
E assim acontece.
Declaro então encerrado este triste epísodio da minha vida.

16 novembro 2007

Super Pai

Eu sei que pode parecer cliché, mas o meu pai é o melhor pai do Mundo. E não, não é por eu ser praticamente uma fotocópia dele (sim, que eu sei que os óculos na ponta do nossos narizes são um pormenor determinante), mas ele tem mesmo o interior mais bonito que eu conheço… no que concerne a homens. Não que eu seja feminista, longe de mim. Mas por norma – diz-se por aí! – que os homens são uns crápulas, uns insensíveis, calculistas e dissimulados (tive há pouco tempo uma desilusão amorosa e ainda estou a ultrapassá-la, nota-se muito?!). Mas não vamos fugir ao cerne da questão: o meu pai. Sereno e sempre muito discreto, conquista qualquer pessoa com o seu bom coração. Ponderação é a palavra de ordem daquele Senhor. Sim, porque ele é um Senhor. Foi ele que me deu coragem e incentivo nas minhas lides escolares e, ainda hoje, fico fascinada quando me surge alguma dúvida (de temática tão vasta como de culinária a política) e ele me responde como se fosse dado adquirido. Podia ficar horas a ouvi-lo falar e a absorver toda aquela informação. Sei que é com ele que posso falar das minhas viagens: por livros, filmes, exposições e pessoas. Partilhar angústias, culpas, ressentimentos e alegrias; porque sei que há sempre uma palavra de conforto daquele lado e um orgulho ENORME por me poder chamar filha. Olho para ele e acho-nos tão iguais… excepto no bigode: e eu juro-vos que há qualquer coisa de mágico naquele “acessório” que em miúda me fazia rir e agora que cresci não o consigo imaginar sem ele. Acho que, e agora que os anos passaram, eu sou a lenda viva do jovem com objectivos e mais que muitas perspectivas risonhas relativas ao futuro que ele foi. Por isso me ajuda a abrir as asas e voar, cada vez mais longe e mais alto. E eu sinto que lhe custa muito deixar a menina dos olhos dele crescer. Mas a vida é mesmo assim Papá.
Hoje em dia, já cm o peso dos anos sobre os ombros e algum cansaço, a paciência continua a ser ao quilo e a vontade de aproveitar os bons momentos também… mas de forma moderada, que para loucuras está cá a filha.

Sempre disse que um dia, quando encontrar alguém, vou saber que essa pessoa é A tal por ter a mesma maneira de ser e de enfrentar a vida como o meu pai. E daí talvez não, que o coração tem razões que a própria razão desconhece – como dizia o nosso Pascal – e, infelizmente, já não há príncipes.

A minha admiração por ti vai ser eterna.

13 novembro 2007

Eu vou.


"Com o objectivo de promover e reconhecer a excelência na comunicação comercial e a sua capacidade de ajudar a atingir os objectivos das empresas, a APAN - Associação Portuguesa de Anunciantes - convoca os anunciantes a candidatarem-se aos Prémios à Eficácia.
A filosofia por detrás dos Prémios à Eficácia é o reconhecimento da importância da comunicação comercial como ferramenta fundamental de que dispõem os marketeers para atingirem os seus objectivos de marketing.
A força destes prémios radica na utilização eficaz e eficiente dos resultados de marketing. Partem de um objectivo do anunciante e do trabalho conjunto com a agência no desenvolvimento de uma estratégia, avaliando detalhadamente, desde a primeira ideia até ao último dos resultados, as acções publicitárias (...).
É o reconhecimento público da qualidade das decisões, do planeamento estratégico, da interpretação e desenvolvimento criativo e da capacidade de seduzir os destinatários."
Quinta-Feira, pelas 19:30, na estação do Rossio:
o encontro de GRANDES ideias.

09 novembro 2007

'Thank you

Do you see a single tear? It isn't gonna happen here. If you're over me, I'm already over you. If you wanna walk, I'm a step ahead. If you're moving on, I'm already gone. Haven't you heard that I'm gonna be okay?'

enought.

03 novembro 2007

01 novembro 2007

Há mulheres que amam e sabem esperar.
E há homens que querem, mas não as sabem guardar.
Margarida Rebelo Pinto

14 outubro 2007

Como esquecer alguém em 5 minutos

"Houvesse um medicamento, que depois de tomado nos fizesse esquecer a pessoa que amamos e as farmácias ficariam inundadas de gente à sua procura. Existisse uma operação que nos removesse a parte da memória que nos faz lembrar esse alguém e ficariam enormes as listas de espera para essa cirurgia. Mas não existe. Não há. Não se vende, nem se opera. Mas pode-se esquecer? Pode. Como assim? Ora, usando uma técnica vulgarmente usada pelos bombeiros para extinguir os incêndios. O lendário truque do “Fogo contra Fogo” que basicamente consiste em lançar outro fogo em direcção ao que vem a arder. Assim, queima-se uma área que ainda não esteja ardida, para que quando o fogo lá chegar nada mais tenha para arder. E é limpinho. O que há a fazer é queimar o que ainda houver de bom e fazer com que as coisas que estejam associadas à pessoa que queiramos esquecer não nos pareçam assim tão agradáveis. E quando o incêndio aparecer, já só resta terra queimada. (...) Assim, (...) extinguiremos o pouco que vai existindo até que tudo fique reduzido a cinzas, tão frias e inertes, que nenhum vento será capaz de as reanimar."
by Fernando Alvim
Tal como tudo na vida: a teoria é óptima já a prática... deixa muito a desejar.

10 outubro 2007

E agora para algo completamente diferente...

... manipulação de anúncio! :D

Este foi, sem sombra de dúvidas, mais um daqueles momentos que vai ficar para a história da boa disposição que se vive n'Aquela agência de publicidade.


23 setembro 2007

The shorter story:

no love, no glory, no hero in HER sky.

12 setembro 2007

O livro de cabeceira.

(...) Falámos demasiado para que eu esqueça do que falámos, vivemos demasiadas vidas para que eu as possa separar. Para que eu me possa separar de ti. A memória tende a desfibrar-se, víscera velha, nesta condição a que chamei apenas imaterial para não te assustar. Vejo tudo, continuamente. O espetáculo da vida interfere com a minha deambulação ao passado. (...) Qualquer dia olho para ti e já não sei quem fomos - encontros, desencontros, iras, ressentimentos, tudo se transforma numa massa fosca, pesada, que tento abandonar a pouco e pouco. (...) Começo a ver-te fora do tempo, esforço-me muito para recapitular o que me traz aqui, quase sobre o teu ombro. Inclino-me sobre a tua cabeça mas não consigo decifrar o teu pensamento. (...) O estado em que me encontro é angustiante: como se vivesse em sonolência diante de um filme que já não posso recriar, vendo tudo: o passado e o futuro - que afinal são um só - e aprendendo demasiado tarde o que não fui capaz de ver. Deve ser isto o limbo. (...) Precisava escangalhar o teu coração para fazer encaixar o meu. E agora tenho de o desencaixar outra vez para sair deste limbo. Mas não sei como. Sem o teu coração não consigo amar. Logo eu, que amava o Mundo inteiro, não é? Amar em abstracto é muito mais ágil do que amar em concreto. (...) Nós éramos um do outro. (...)
in Fazes-me Falta, Inês Pedrosa

16 agosto 2007

I'm not like all the other girls
[I can't take it like the other girls]
that you used to know.

let's pretend happy end.

08 agosto 2007

Triste é o virar de costas, o último adeus.

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor, não sei o que é sentir.

Despedir-me de ti: "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz."

03 agosto 2007

Tudo o que eu vi estou a partilhar contigo
O que não vivi hei-de inventar contigo
Sei que não sei ás vezes entender o teu olhar
Mas quero-te bem.
Encosta-te a mim...

Jorge Palma

Quando nada faz sentido.

25 julho 2007

"Qualquer um pode zangar-se - isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na justa medida, no momento certo, pela razão certa e da maneira certa - isso não é fácil."
by Aristoteles

27 junho 2007

"Tenho aflição por toda a ausência não anunciada (...)"
Daniel Faria
Quero-te dizer uma coisa simples: a tua ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à alma; mas que não deixa, por isso, de deixar alguns sinais - um peso nos olhos, no lugar da tua imagem, e um vazio nas mãos. São estas as formas do amor, podia dizer-te; e acrescentar que as coisas simples também podem ser complicadas, quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade. Porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a realidade aproxima-me de ti, agora que os dias correm mais depressa, e as palavras ficam presas numa refracção de instantes.
Não sei se noutras culturas o pensamento é o mesmo ou se a mentalidade já superou as tradições que se colam a gerações e gerações sem que ninguém as questione. Mas por cá sempre me impingiram a ideia de que o tempo resolve tudo. Utopias. É o hábito que engana aquilo que o tempo julga resolver: há falta de uma cama há sempre o chão. Mas quando o chão me foge apercebo-me que o tempo, afinal, não cura nada. Afunda o ímpar no quotidiano, como se os dias se mordessem de fúria, qual deles o mais saudoso de coisa nenhuma. E realmente vou-me domesticando à ideia da perda, da saudade miudinha que não morre, apenas se veste da pele tornando-se banal demais. É por isso que ao fim de meses, achamos que afinal o tempo resolveu e nada sangra como dantes. É já banal o hábito. A dor. Depois ela vai, estreita. Amanhece na pele como a ausência depois do beijo. E depois tu. E é sempre do mesmo lado que te encontro: o lado esquerdo do peito... Afinal o tempo não resolveu os teus olhos dentro dos meus.
Respiro e dói, escrevo e dói, tenho-te e acaba-me. O silencio impossível e nem assim, porque maior é o desespero. E dizes-me que vai passar. E não passa. E destrói. E mata.
Dou por mim em ti inúmeras vezes. Um golpe mais fundo de estrada e o desvio para os braços que me adormecem sem querer. Dou por mim em mil tempos à procura de um canto que me tenha longe da tua voz. E isso faz-me querer ir. Arrancar o que me dóis e partir estrada dentro do desejo. Rematar a diferença que morre comigo em guerra aberta, umas vezes mais agreste, mais difícil.
E ontem fui. Já tinha saído para o mundo e tu de novo nos meus braços. Esse abraço forte e fugidio que é o cheiro da minha pele. Depois chegaste e eu não queria. Queria muito, mas não consigo. Por isso esqueço-te. Finjo. Porque me dóis, porque me és urgente e eu não posso saber de ti. Sei demais. Sofremos juntos o mesmo adeus.

Tira-me daqui.
Posto isto surges e afinal és tudo ainda.
Vai.
Por favor.