A noite é um pássaro fora da figueira defronte da casa. O volátil que pelo escuro se separa do cessar: penetra no excessar. O seu cume é a invisibilidade, pairante como um deus sobre o feérico da neurose. Vê-se melhor: o glaucus adquire a sua pujança, é o momento da glaucura. Loucura é ver melhor, é ver.
1 comentário:
A noite é um pássaro fora da figueira defronte da casa. O volátil que pelo escuro se separa do cessar: penetra no excessar. O seu cume é a invisibilidade, pairante como um deus sobre o feérico da neurose.
Vê-se melhor: o glaucus adquire a sua pujança, é o momento da glaucura. Loucura é ver melhor, é ver.
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